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domingo, 12 de julho de 2015

Deixe-me Ir.






Nos descontroles do tempo fadado
Em dimensões desencontradas,
Sempre busquei estar ao lado
Distanciei-me por demais, amada!

Nem elfos, sortilégios ou fadas,
Podem refazer nossos elos
Nem todo céu refletido no mar,
Unir... Nosso mundo paralelo!

Fomos tragados na existência
Nunca quis que fosse assim
Deixa-me voltar à essência

Deixe-me desaparecer, extinguir,
Soturnamente ir-me... Morrer!
Declinar... De nós... De você, de mim...



https://youtu.be/bfumLOZeXgY




6 comentários:

Sonia gonçalves disse...

Maravilhoso!!!Amei!Bjos

ania disse...

Lindo...sensivelmente lindo...de um jeito que emociona e cala fundo! Gosto dos seus
poemas, tem um quê que me fascina. Parabéns pelo talento e pelo bom gosto musical!abraço, ania..

Edivana B. disse...

Ah... a distância que mata, e a desesperança que nos consome. Será há sortilégios que nos compensem? Talvez se afastar de nós seja mesmo um caminho a se percorrer, mas a dúvida do desistir não irá se calar. Um beijo, meu caro poeta.

Cristina disse...

Que tengas un hermoso fin de semana, es un placer desfrutar de tus letras y de tus hermosos sentimientos.
Besos.

Lucia Marina Rodrigues disse...

O amor impossível vive em dimensões desencontradas!

Anônimo disse...

Não é possível aniquilar o amor. Quanto mais se tenta, mais forte ele fica.... Impossível largar ou deixar ir amor assim tão intenso e verdadeiro..
Linda poesia sempre....
...B....