&

segunda-feira, 2 de março de 2015

Murmúrio do Rio.






As declarações lançadas ao abismo
Em sussurros suaves... Amor!
Volveram em eco ensurdecedor...
A idolatria, paixão que ora cismo...

A alma desnuda, em sonhos, talvez!
Mergulhada em idílios, langorosa...
Afogada algures, no rio de insensatez,
Selou as profundezas lodosas

Sentimentos fadados ao limo
Nas rochas que lhe margeiam
Que extáticas, entoam seu hino...

Ao ver nos alagadiços do peito
As juras que em mim ocultei,
Iguais às areias em seu leito.

3 comentários:

Anônimo disse...

Murmúrios que sempre chegam ao destino certeiro... Quanta beleza e sentimento expressos em tão delicada poesia... Quem dera ser destinatária de tal encanto... Parabéns por estas e por todas as outras que eu venho acompanhado a distância... As vezes ficamos sem palavras perante os desafios da vida... Mas envio minhas singelas admirações, congratulações e mil adjetivos por cada letra e palavra nos dada com tanta perfeição ... Abraços e Abracos no coração !!! ...Beatrice...

António Jesus Batalha disse...

Ao passar pela net encontrei seu blog, demorei algum tempo a ver o conteúdo, gostei e é um daqueles
blogs que gostamos de visitar.
Eu ficaria alegre se me desse a honra da sua visita e se poder ler um pouco do que escrevi.
Tenha muita paz e saúde.
Sou António Batalha.
http://peregrinoeservoantoniobatalha.blogspot.pt/

Lucia Marina Rodrigues disse...

SEMPRE PROCUREI OUVIR O MAR ,PARA OUVIR AS RESPOSTAS DE PERGUNTAS QUE GUARDEI SÓ PARA MIM!