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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Nexo Corrompido.











Que as palavras que te falo
Quanto tu sequiosa as Lê
Queria eu bem dizê-las
Ao pé do ouvido, os descalabros.

Mas, não sejam esses os motivos
Não sejam elas o cismo dos terremotos
E as origens dos tremores que causar

Seja deleite e febril renovo
Ao invés de ódio ou repulsa
Tudo sejam ensejo e gozos
Onde a carne saciada exulta.

Por fim, que o hirto iceberg
De sua psique em amor se dilua
E minhas palavras quentes

Traga-me você inteira, nua,
Das teias atrozes de atroz albergue
E liberta sorria tua alma da clausura.

Que púrpuras, sejam somente
As flores e as vestes relegadas
Que aos pés irrequietos repousam.




Um comentário:

Katia Marques disse...

Palavras doces e ao mesmo tempo tão intensas... poesia linda demais !!!
Beijos